Despertando para a Liberdade

Sir Rasindranath Tagore desapareceu há quase um século (1861 – 1941) mas o seu grande sonho para o futuro está mais vivo do que nunca. Os homens de toda parte ficam alentados quando pensam na sua visão de grande alcance.
Quando esse célebre poeta e filósofo Indiano faleceu, em sua nativa Calcutá, tributos à sua memória foram prestados em todas as partes do mundo. Seus compatriotas, naturalmente, lembravam-se de tudo o que arriscara para uma Índia unida. As nações de língua inglesa, ao mesmo tempo, prestaram homenagem ao poeta cujo gênio lhe trouxe o Prêmio Nobel de Literatura em 1913.

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Dominar o ego e encontrar a alegria de viver

No começo de nossa vida, basta olhar um recém-nascido para se convencer de que vivemos nossa existência de maneira serena na simples alegria de existir. Essa atitude, que é do eu natural, vai pouco a pouco ceder espaço para outra faceta, o eu condicionado: o ego. Por causa de nossa identificação com o ego, vivemos separados do nosso ser essencial, e isto é uma fonte de angústia e de estados negativos que acompanham esse sentimento: apreensão, estresse, aflição; e onde há conflito, há dor! Torna-se urgente então dar um passo atrás.

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Uma base para a moral

Provavelmente, poucos indivíduos da atual geração mais jovem estão bem familiarizados com os escritos do filósofo-místico do século 19 e início século 20, John Burroughs. Mesmo a geração mais velha talvez se lembre de John Burroughs apenas como escritor naturalista. Na verdade, ele fez muito para popularizar o estudo da história natural e estimular o estudo de vários assuntos relacionados com a história natural como passatempo ou diversão. Devido a ser desconhecido ou conhecido apenas como escritor naturalista, poucas pessoas hoje estão familiarizadas com seus escritos filosóficos e, não obstante, grande foi a sua contribuição no campo da literatura e da filosofia, particularmente durante a última metade do século passado.

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CONTO DE NATAL

Havia em determinada época, em um país muito distante que poucas pessoas conheciam, uma igreja maravilhosa. Estava situada em uma alta colina no meio de uma grande cidade, e todos os domingos, assim como nos dias santificados como o Natal, as pessoas subiam a colina em direção às suas arcadas, parecendo fileiras de formigas que se movimentavam em sua direção.
Ao se chegar ao edifício, era possível notar colunas de pedra, passagens escuras e um grande vestíbulo que levava à nave principal da igreja. Esta nave era tão comprida que uma pessoa que se situasse na entrada dificilmente poderia ver a outra extremidade onde o coro estava instalado ao lado do altar de mármore.

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O ANSEIO ESPIRITUAL

Devemos admitir que o anseio espiritual e sua satisfação são uma evanescência, porção do eterno fluxo das coisas que pertencem à consciência humana e ao mundo exterior, algo originado de um primitivo estado produzindo, por sua vez, uma condição mental oposta: indubitavelmente há em certas formas do anseio espiritual um vai e vem, um fluxo e refluxo. Narra Plotino ter por três vezes gozado a imediata visão de Deus; Jacob Boehme fala de uma grande experiência da qual “não poderei dizer nem descrever o triunfo que me invadiu a alma”. Porém, nestes exemplos todos que poderiam ser multiplicados indefinidamente, vemos sempre repetida a velha história do fluxo e refluxo. Esses mais elevados êxtases da alma são um momento apenas na vida, e só a memória pode retê-los …

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